segunda-feira, 3 de julho de 2017

Pohan Ñande Mb'eva, por ASCURI.




Um Filme de

Aziel Medina
Gadiel Medina 
Jhonnara Gomes
Josebias Vera
Justino Cinta Larga
Juvenal da Silva
Kiko
Marinaldo Medina
Mezaque Medina
Vanessa Duran
Wanderson Vera


Agradecimentos

Sr. Emenegildo Medina
Ivan Que-se-passa Molina
Todos da Aldeia Pirajui


Filme Realizado na  

Oficina de Cinema 
da Aldeia Pirajui 
Junho de 2014


Realização

ASCURI

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Fio de Ariadne.






Nos mesmos somos hibridos, instalados precariamente no interior
das instituições cientificas, meio engenheiros, meio filosofos, um terço instruidos sem que o desejassemos; optamos por descrever as tramas onde
 quer que estas nos levem. Nosso meio de transpone e a noção de tradução ou de rede. Mais flexivel que a noção de sistema, mais historica que a de estrutura, mais empirica que a de complexidade, a rede é o fio de Ariadne destas histórias confusas. (LATOUR, p.09)*


Desta forma existe um fio de Ariadne que nos permitiria passar continuamente do local ao global, do humano ao não-humano. É o da rede de praticas e de instrumentos, de documentos e traduções. Uma organização, um mercado, uma instituição são objetos supra-lunares feitos de uma materia diferente daquela de nossas relaçãoes locais sub-lunares. A unica diferença vêm do fato de que os primeiros são compostos por hibridos e, para sua descrição, precisam mobilizar urn grande numero de objetos. (LATOUR, p.119)*

*LATOUR, B. Jamais fomos modernos. 4ª. Reimpressão, Editora 34: Rio de Janeiro, 2008.

Modernos?







A terceira questao diz respeito a crise atual: se a modernidade foi assim tão eficaz em seu trabalho de separação e de proliferação por que ela esta enfraquecendo hoje, nos impedindo de sermos modernos de fato? Dai a ultima questão que é também a mais dificil: se deixamos de ser modernos, se não podemos mais separar o trabalho de proliferação e o trabalho de purificação, o que iremos nos tornar? Como desejar as Luzes sem a rnodernidade? A hipótese, também por demasiado enorme, é de que será preciso reduzir a marcha, curvar e regular a proliferação dos monstros atráves da representação oficial de sua existência. Seria necessaria uma outra democracia? Uma democracia estendinda as coisas? Para responder a estas perguntas, deverei distinguir entre os pre-modernos, os modernos, e mesmo entre os pós-modernos aquilo que eles têm de durável e o que têm de fatal. Perguntas demais, bem o sei, para um ensaio que não tem outra desculpa que não sua brevidade. Nietzsche dizia, sobre os grandes problemas, que eram como os banhos frios: é preciso entrar rapido e sair da mesma forma. (LATOUR, p. 17)*

*LATOUR, B. Jamais fomos modernos. 4ª. Reimpressão, Editora 34: Rio de Janeiro, 2008.

Tardes de Agosto, Manhãs de Setembro, Noites de Outubro. por Jaider Esbell




Artista e Escritor
Jaider Esbell

Livro
Tardes de Agosto, Manhãs de Setembro, Noites de Outubro

ano
2013



Tatá Pehegue: Fogo Familiar, por ASCURI



Equipe
 Inair Lopes
Mateus Campos Benites
Ademilson Concianza Verga

Participantes
Familia Escalante 

Oficina de Audiovisual 

Coordenação Geral
Gilmar Galache
Eliel Benites

Coordenação Pedagógica 
Ivan Molina (Bolívia)

Produção
Renata Oliveira Costa

Monitoria
Ademilson Concianza Verga 
Gilearde Barbosa Pedro
Juvenal Hermes da Silva

Realização
ASCURI













terça-feira, 27 de junho de 2017

Panambizinho - O Fogo que nunca apaga, por ASCURI.





Título
Panambizinho - O Fogo que nunca apaga

Ano
2014

Realização
ASCURI

Direção
Gilmar Galache

Imagens 
Ademilson Kiki Concianza 
Gilmar Galache

Edição
Gilmar Galache

Tradução
Ademilson Kiki Concianza


Trabalhos - OuVir

  • Um Primeiro Movimento para Seguir um Conceito Ñandeva/ Avá Guarani a Respeito da Pessoa e dos Modos de Cuidados e Os Estudos Críticos do Desenvolvimento, Yan Chaparro, Josemar de Campos Maciel e Levi Marques Pereira
  • A Outra 'Questão das Questões", Leif Grünewald
  • Um Relato Transcrito pelo Sorriso: Caminhar, Yan Chaparro e Josemar de Campos Maciel