2017
segunda-feira, 31 de julho de 2017
domingo, 9 de julho de 2017
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Pohan Ñande Mb'eva, por ASCURI.
Um Filme de
Aziel Medina
Gadiel Medina
Jhonnara Gomes
Josebias Vera
Justino Cinta Larga
Juvenal da Silva
Kiko
Marinaldo Medina
Mezaque Medina
Vanessa Duran
Wanderson Vera
Agradecimentos
Sr. Emenegildo Medina
Ivan Que-se-passa Molina
Todos da Aldeia Pirajui
Filme Realizado na
Oficina de Cinema
da Aldeia Pirajui
Junho de 2014
Realização
ASCURI
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Fio de Ariadne.
Nos mesmos somos hibridos, instalados
precariamente no interior
das instituições cientificas, meio engenheiros, meio
filosofos, um terço instruidos
sem que o desejassemos; optamos por descrever as tramas onde
quer
que estas nos levem. Nosso meio de transpone e a noção de tradução ou de rede. Mais flexivel
que a noção de sistema, mais historica que a de estrutura, mais empirica
que a de complexidade, a rede é o fio de Ariadne destas histórias confusas.
(LATOUR, p.09)*
Desta forma existe um fio de Ariadne que nos
permitiria passar continuamente do local ao global, do humano ao não-humano. É
o da rede de praticas e de instrumentos, de documentos e traduções. Uma
organização, um mercado, uma instituição são objetos supra-lunares
feitos de uma materia diferente daquela de nossas relaçãoes locais sub-lunares.
A unica diferença vêm do fato de que os primeiros são compostos por hibridos e,
para sua descrição, precisam mobilizar urn grande numero de objetos. (LATOUR,
p.119)*
*LATOUR, B. Jamais fomos modernos. 4ª. Reimpressão,
Editora 34: Rio de Janeiro, 2008.
Modernos?
A terceira questao diz respeito a crise atual: se a modernidade foi
assim tão eficaz em seu trabalho de separação e de proliferação por que
ela esta enfraquecendo hoje, nos impedindo de sermos modernos de fato? Dai a ultima questão que é
também a mais dificil: se deixamos de ser modernos, se não podemos mais
separar o trabalho de proliferação e o trabalho de purificação, o que iremos
nos tornar? Como desejar as Luzes sem a rnodernidade? A hipótese, também por
demasiado enorme, é de que será preciso reduzir a marcha, curvar e regular a proliferação dos monstros
atráves da representação oficial de sua existência. Seria necessaria uma outra
democracia? Uma democracia estendinda as coisas? Para responder a estas perguntas, deverei
distinguir entre os pre-modernos, os modernos, e mesmo entre os pós-modernos
aquilo que eles têm de durável e o que têm de fatal. Perguntas demais, bem o sei, para
um ensaio que não tem outra desculpa que não sua brevidade. Nietzsche dizia, sobre os grandes
problemas, que eram como os banhos frios: é preciso entrar rapido e sair da
mesma forma. (LATOUR, p. 17)*
*LATOUR, B. Jamais fomos modernos. 4ª. Reimpressão,
Editora 34: Rio de Janeiro, 2008.
Tardes de Agosto, Manhãs de Setembro, Noites de Outubro. por Jaider Esbell
Artista e Escritor
Jaider Esbell
Livro
Tardes de Agosto, Manhãs de Setembro, Noites de Outubro
ano
2013
Tatá Pehegue: Fogo Familiar, por ASCURI
Equipe
Inair Lopes
Mateus Campos Benites
Ademilson Concianza Verga
Participantes
Familia Escalante
Oficina de Audiovisual
Coordenação Geral
Gilmar Galache
Eliel Benites
Coordenação Pedagógica
Ivan Molina (Bolívia)
Produção
Renata Oliveira Costa
Monitoria
Ademilson Concianza Verga
Gilearde Barbosa Pedro
Juvenal Hermes da Silva
Realização
ASCURI
terça-feira, 27 de junho de 2017
Panambizinho - O Fogo que nunca apaga, por ASCURI.
Título
Panambizinho - O Fogo que nunca apaga
Ano
2014
Realização
ASCURI
Direção
Gilmar Galache
Imagens
Ademilson Kiki Concianza
Gilmar Galache
Edição
Gilmar Galache
Tradução
Ademilson Kiki Concianza
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Obra de arte: A árvore de todos os saberes. Autor: Jaider Esbell (etnia Macuxi) Ano: 2013
-
Artista e Escritor Jaider Esbell Livro Tardes de Agosto, Manhãs de Setembro, Noites de Outubro ano 2013
Trabalhos - OuVir
- Um Primeiro Movimento para Seguir um Conceito Ñandeva/ Avá Guarani a Respeito da Pessoa e dos Modos de Cuidados e Os Estudos Críticos do Desenvolvimento, Yan Chaparro, Josemar de Campos Maciel e Levi Marques Pereira
- A Outra 'Questão das Questões", Leif Grünewald
- Um Relato Transcrito pelo Sorriso: Caminhar, Yan Chaparro e Josemar de Campos Maciel
