sexta-feira, 23 de junho de 2017





Como lembra Viveiros de Castro (2007):




Ora, não há dúvida que os povos amazônicos encontraram, ao longo de milênios, estratégias de convivência com seu ambiente que se mostraram com grande valor adaptativo; que, para tal, desenvolveram tecnologias sofisticadas, infinitamente menos disruptivas das regulações ecológicas da floresta que os procedimentos violentos e grosseiros utilizados pela sociedade ocidental; que esse saber indígena deve ser estudado, difundido e valorizado urgentemente; que ele poderá ser, em última análise, o passaporte para a sobrevivência, no mundo moderno, das sociedades que o produziram (p. 03 ).*






*VIVEIROS DE CASTRO, E. A Natureza em Pessoa: sobre outras praticas de conhecimento. "Visões do Rio Babel. Conversas sobre o futuro da bacia do Rio Negro". Instituto Socioambiental e a Fundação Vitória Amazônica, Manaus, 22 a 25 de maio de 2007




Como lembra Latour (2008).



Se desejamos que nossa pesquisa seja respeitada do ponto de vista histórico, é preciso que evitemos usar de forma superficial a língua destes atores em nossas próprias explicações. (p. 21)*



*LATOUR, B. Jamais Fomos Modernos. 4ª. Reimpressão, Editora 34: Rio de Janeiro, 2008.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Primeiro momento.




Rezador Guarani e Kaiowá.




Neste primeiro momento o OuVir faz como objetivo central, leituras de aproximação com o sensível e racional campo das Filosofias Ameríndias. Como um complemento entre a racionalidade e sensibilidade, o grupo neste primeiro momento transita entre as leituras do Bruno Latour,  do Gabriel Tarde, do Roy Wagner, do Pierre Clastres e do Philipe Descola. Primeiro momento que também tem como objetivo, iniciar a organização e produção de textos e eventos.



segunda-feira, 12 de junho de 2017

OuVir Filosofias Ameríndias



O Grupo (rede) de estudos OuVir Filosofias Ameríndias existe como escuta em relação aos sofisticados conhecimentos produzidos pelas sociedades originarias da America Latina. Escuta construída como ação de pensar, fazer e caminhar com as sociedade originarias/ameríndias. Um caminhar sensível, concreto e racional que envolve inversões e desdobramentos para um novo horizonte.







Casa de Reza - Guarani e Kaiowá.



















Trabalhos - OuVir

  • Um Primeiro Movimento para Seguir um Conceito Ñandeva/ Avá Guarani a Respeito da Pessoa e dos Modos de Cuidados e Os Estudos Críticos do Desenvolvimento, Yan Chaparro, Josemar de Campos Maciel e Levi Marques Pereira
  • A Outra 'Questão das Questões", Leif Grünewald
  • Um Relato Transcrito pelo Sorriso: Caminhar, Yan Chaparro e Josemar de Campos Maciel